Dedicado a Juvêncio de Arruda. Para quem Belém, pelo abandono, pela incivilidade pública, pela destruição sistemática da esperança de cidadania - embora ele lutasse permanentemente por ela - deixou de ser Santa Maria de Belém do Grão Pará.

 

 

Uma cadeira plástica encostada no muro do Bosque Rodrigues Alves é o posto de fiscalização da Empresa de ônibus Dom Manoel. Misturada aos carrinhos de comida, banca de DVD e passageiros.
 
Em frente ao improvisado guichê de fiscalização, do outro lado da avenida Lomas Valentinas, o Posto e Loja Invencível apropria-se diariamente do espaço público, transformando-o em estacionamento privado.
 
Um motociclista, sem capacete e com uma sandália havaiana dois números menores que seu pé, cruza impune e impavidamente três importantes avenidas, a Senador Lemos, a Doca de Souza Franco e o Boulevard Castilhos França, até estacionar garbosamente na porta do Mercado de Peixe.
 
O que significam estas cenas? Nada. Apenas cenas de uma cidade institucionalmente, privadamente e publicamente consumida.
publicado por Adelina Braglia às 10:08 | link do post
Um retrato 12 x 36, de Juvêncio de Arruda está aqui
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