Dedicado a Juvêncio de Arruda. Para quem Belém, pelo abandono, pela incivilidade pública, pela destruição sistemática da esperança de cidadania - embora ele lutasse permanentemente por ela - deixou de ser Santa Maria de Belém do Grão Pará.

 

Às vezes uma canção basta.

 

Traduz a possibilidade de  reagir ao abatimento, ao desalento. 

 

Aí vai ela, na voz de  Mercedes Sosa.

 

 

 

Honrar a vida (Eládia Blazqués)

  

 

¡No!

 

Permanecer y transcurrir

no es perdurar, no es existir

¡Ni honrar la vida!

Hay tantas maneras de no ser,

tanta conciencia sin saber

adormecida…

Merecer la vida no es callar y consentir,

tantas injusticias repetidas…

¡Es una virtud, es dignidad!

Y es la actitud de identidad más definida!

Eso de durar y transcurrir

no nos da derecho a presumir.

Porque no es lo mismo que vivir…

¡Honrar la vida!



¡No! Permanecer y transcurrir

no siempre quiere sugerir

¡Honrar la vida!

Hay tanta pequena vanidad,

en nuestra tonta humanidad

enceguecida.

Merecer la vida es erguirse vertical,

más allá del mal, de las caídas…

Es igual que darle a la verdad,

y a nuestra propia libertad

¡La bienvenida!…

Eso de durar y transcurrir

no nos da derecho a presumir.

Porque no es lo mismo que vivir…

¡Honrar la vida!
 

 

 

 

 

publicado por Adelina Braglia às 01:22 | link do post
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